sexta-feira, março 21, 2008

Juca

Não há poesia que sirva na hora em que perdemos um amigo. Adeus, querido Juca, que continues a tocar piano como só tu sabes, onde quer que estejas.


(em 2004, no Labirintho, o Juca ao piano acompanhava a poesia lida por mim e pelo Zé Carlos)

3 Comments:

At 9:14 da manhã, Anonymous Anónimo said...

See here or here

 
At 11:39 da tarde, Anonymous Anónimo said...

SECURITY CENTER: See Please Here

 
At 7:56 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Attention! See Please Here

 

Enviar um comentário

<< Home