terça-feira, setembro 12, 2006

Para o detective que há em todos nós

Disse-o há dias, numa conversa de amigos: já não consigo viver sem o Google.
Desde a pesquisa mais comum de uma notícia, até à recolha de dados sobre determinada matéria (a verdadeira enciclopédia on line é o Google, não a Wikipédia), a procura de uma imagem ou até, como já me aconteceu, a recuperação de um pedaço da minha vida quando descobri na rede dois ou três textos meus do tempo em que só se publicava em papel.
Na minha tarefa de divulgador de poesia, é com satisfação que tenho encontrado ali, através da transcrição de um verso, bastantes poemas que me são úteis no momento mas que não tenho à mão (esta questão há-de merecer outro post).
Hoje, foi com satisfação que li no Diário de Notícias o texto de Diogo Pires Aurélio intitulado "A vingança do Google". Um artigo que diz isto mesmo mais algumas verdades e acima de tudo é assinado por um escritor, professor universitário e ex-director da Biblioteca Nacional. Pelas questões em causa, o facto de ser escrito por ele faz toda a diferença. Assim haja outros.