sexta-feira, dezembro 02, 2005

Desalinhado...

Os servidores onde está alojada a página d'O Contador de Histórias na internet estão desde ontem em manutenção. Durante as próximas horas é provável que este continue inacessível. Pedimos desculpa pelo facto, mas nada podemos fazer para alterar a situação a não ser esperar...

4 Comments:

At 5:59 da tarde, Blogger Toino das Mines said...

Os contadores de histórias caramelos

A arte de contar histórias faz parte da herança cultural do povo caramelo. Actualmente, devido à globalização e à introdução da cassete e principalmente do DVD pirata, no marcado da capital, é uma tradição que se começa a perder. O Ministério da Língua Caramela (em remodelação, devido a eleições clandestinas), consciente da riqueza oral da nossa língua, vai lançar um programa comparticipado pela FLC, de formação em contador caramelo de histórias. Para além das técnicas do bom contador, serão também referidos aspectos estruturais das histórias a contar, como “a sua brabeza, rejeza, a quantidade adequada de mintiras e os locais e homes que refere”.
Ao longo da nossa história (contada ou não), sempre tivemos contadores de nomeada, que fazem parte do imaginário colectivo da nação caramela. Entre eles, destacam-se o Albino Júlio Chispalhudo, o Celestino Azougado ou a Ti Jquina Seborreia, entre outros.
Para Albino Chispalhudo, que apesar dos seus 101 anos se mantém um rijo contador de histórias, “o prazer do cunbíbio tá inraizado na nossa manera de estar. O home caramelo éi um bicho do cunbíbio por natureza. A tradição oral caramela sempre foi muita balente e na nha altura, os homes garriabam uns cus otros pa berem quim contaba a histoira má rija (melhor). Ajuntábamo-nos todos à bolta do home que cuntaba, e a nossa telebisão era o meio-bidon”.
De facto, antes da televisão, as noites na nossa nação eram passadas em redor de um contador, que andava de terra em terra, deixando palavras e lendas, nas cabeças e ouvidos, parando aqui e ali, contando histórias a quem o quisesse receber e oferecer os bons produtos tracícolas caramelos.
De referir, que esta formação contém também noções breves de acendimento do meio bidon. Este é um adereço fundamental, à volta do qual se sentam os contadores e os ouvidores (normalmente de mine na mão), sendo tradição nalguns locais (Valdera, Palhota, Vale da Vila), que a responsabilidade do acendimento do bidanito fique a cargo do home-contador.

 
At 6:00 da tarde, Blogger Toino das Mines said...

www.caramelosapiens.blogspot.com

 
At 11:40 da tarde, Blogger Poesia Portuguesa said...

Bem, sendo assim, já percebi porque anda a minha "casa" estranha às vezes... ;)

Bem... vou aproveitar para conhecer melhor o teu Blog, lendo-o.

Um abraço e bom fim de semana :)

 
At 1:51 da manhã, Blogger tecum said...

;-)

bom fds

abraço

 

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